sábado, 14 de dezembro de 2019
Três dias
Caramba, eu estava indo tão bem, e aí... três dias sem postar nada. E nem posso dizer que foi por uma boa causa, que eu estou produzindo loucamente os meus artigos da pós graduação, e blábláblá... mas não vou mentir pras senhoras não. Eu estava envolvida com o meu trabalho profissional mesmo, meu ganha-pão, por assim dizer. Passei os últimos dias aplicando a recuperação final das minhas turmas, preenchendo os relatórios de turma nos diários e pingando infinitos pontinhos de frequências não lançadas (infinitos não, mas se eu não jogar uma hipérbole no texto nem sou eu!).
Agora, passado o frenesi pré conselho final, preciso me debruçar sobre a angustiante tarefa de escrever um capítulo teórico de 30 páginas, onde metade será entregue à professora Haydea e a outra metade será entregue à professora Gisele Faur, como trabalho final das disciplinas delas. Minha vontade é zero e a minha sina é cem. Logo, vamos ao trabalho e garantiremos os pontos necessários para concluir esse negócio que se chama mestrado.
A melhor qualificação que eu assisti até agora foi a da Elaine. O avaliador externo detonou tanto a garota, coitada... mas no final, deu ok para que ela prosseguisse e entregasse a dissertação e o produto conforme descritos no material, conforme as correções indicadas por eles e pelos outros professores da banca, e quem eram eles? As professoras supracitadas, e meu orientador, inclusive.
Essa será a composição da minha banca. Só o avaliador externo que eu não encontrei. Vou chamar o Marco Antonio Moreira, e aí serei aprovada porque ele é citado 200 vezes no meu trabalho, e também é a base teórica do meu produto educacional, pelo viés da teoria da aprendizagem utilizada (um hahahahahahahahaha infinito aqui, porque sim).
É tudo vaidade. Está até na Bíblia essa parada: Vaidade das vaidades, tudo é vaidade!
Bjs de luz, senhoras. Partiu!