domingo, 19 de janeiro de 2020
Resumão
Então...
Como faz tempo que não venho até aqui, vamos tentar organizar os últimos acontecimentos da semana que passou nessa postagem. Claro que pode ficar coisa de fora, mas vou tentar me ater ao que foi mais relevante.
Dia 2 eu fui no Karaokê da Bambina, falei aqui? Acho que não... logo, falemos. Eu sempre fui de cantar, já até fui cantora, mas não me refiro a mim mesma dessa forma. Canto, assim como cantava Billie - mas também, todo mundo canta, né? A minha voz soa bem e eu tenho sentimentos que coloco a serviço da canção. Isso basta. Nesse dia que eu fui no karaokê eu nem cantei, mas na semana seguinte, dia 9 (aliás, o dia da última postagem), eu fui de novo e aí sim! Fato que já viciei e quero ir toda quinta, porque o ambiente é divertido, as pessoas são legais e eu boto os demônios pra fora cantando. Aliás, isso nem é novidade, já que existe um ditado popular que diz que "quem canta, seus males espanta". E dia 16, fui de novo, com Heitor. Levei meu filho pro rolê, nunca pensei. E aprendi mais essa, tá? Cada um com seus rolês. Não me entendam mal, senhoras, eu amo esse garoto, é a luz da minha vida, mas ele precisa é dar rolê com a galerinha da idade dele. E acho que agora vai, porque né, FAETEC.
Sobre isso: ele passou para Produção de áudio e vídeo na FAETEC Adolpho Bloch, que fica na Mangueira. Na quarta fomos todos matricular o bonito, e quando digo todos, estou incluindo não só a Sofia como também o "abençoado" do pai dele. Estudos apontam que conviver amiúde com o pai das crianças me deixa mais burra. É incrível como esse macho é uma kriptonita na minha vida! Mas nem vou falar dele não, vou falar de Heitor na FAETEC. Ele chegou lá quietinho, para fazer matrícula e dar o fora, mas tinha uma fila fodida e a gente passou o dia todo lá. Sem contar que acabamos precisando de uma nova declaração de escolaridade para ele, porque precisava constar que ele concluiu o ensino fundamental (estava lá, concluiu o nono ano, logo... mas eles desconsideraram, enfim). Foi um corre, mas deu bom no final. O lance é que o tempo que Heitor passou lá, fez várias amizades. Tá bem, "amizades". Só serão provadas com o tempo, é claro, mas fez contatos e conheceu pessoas que vão estudar com ele a partir desse ano, trocaram telefones e estão mantendo contato. Acho lindo demais ver eles crescerem, e Heitor é finalmente um rapaz. Tenho muito amor por e muito orgulho do meu filho, e ele precisa construir a autonomia que o tornará um jovem adulto. Serão 3 anos de aulas em período integral, estágios, independência e responsabilidades crescentes. Isso vai transformar a maneira de ele ver o mundo, a vida, as relações humanas e o conceito de amizade. É uma honra ter contribuído, ainda que minimamente, para essa conquista, que trará tantas outras.
Compramos o material escolar da Sofia também. Vou insistir para mantermos a Sofia no MV1 até o final do ensino fundamental 1. Eduardo não tem paciência, e eu não tenho paciência com Eduardo. Saco! Ficar trocando Heitor de escola não foi legal, porque fazer o mesmo com a Sofia? Não é melhor deixar que ela conclua na escola onde passou toda essa fase inicial de sua escolarização, e deixar a mudança para o 6º ano? Eu acho, e vou argumentar a favor dessa linha. A não ser que ela consiga uma vaga por sorteio para o CAP UERJ, por mim, fica na mesma escola.
E enquanto isso, eu escrevo aqui, mas não escrevo lá. Preciso voltar a ler e redefinir meu calendário, porque eu vou defender esse mestrado até fevereiro de 2021!
Senhoras, já é domingo! Divirtam-se!